Pensamentos Imperfeitos

Junho 19 2009

Despeja, retira tudo o que tens. Solta-te, sente-te livre, livre de preconceitos e cerimónias. Fecha os olhos e esquece por momentos. Esquece por momentos que o mundo é assim ou assado, que tens de fazer isto ou aquilo, que está próximo o fim ou o começo. Esquece, esquece isso. Afasta a capacidade de pensar e raciocinar, esquece a capacidade de analisar e justificar.

Esquece por momentos que está um calor horrível e que tens de fazer milhões de exercícios de matemática, esquece que és organizada e és boa aluna. Esquece por momentos tudo o que te rodeia, tudo o que te liga a diversos contextos. Esquece. Aconselho-te a sair um pouco, aconselho-te a viver mais, números para que te quero? Eu valho números, eu, tu e todos nós. Uma pessoa reduzida a um número, justo ou injusto, um número escrito num papel. Esquece, esquece que te submetes, essencialmente vive para ti e para o que és, vive porque mereces. Vive para melhorar a cada segundo, melhorar e aumentar a tua capacidade mental, crescer mentalmente.

 


Dentro de uma caixinha bem bonita guarda tudo, desde os sorrisos aos dias estúpidos, guarda tudo e avança com a tua caixinha.


Virão agora surpresas, dias novos, coisas novas. Luzes, movimento...


Venham, venham eles...

 

 

(e apetece, apetece escrever até o dedos não conseguirem mais. Sim, hoje vejo uma pequena gota de água e posso escrever sobre ela. Minhas meninas!)


Abril 08 2009


 

 

Entrei.

Deste-me a tua mão do modo como não queria.

Deixaste-me chorar como ninguém deixou, não querendo saber, eu senti que era apenas mais uma no teu consultório.

Trataste-me mal, bruscamente, a mim e à minha mãe.

Não te fiz mal algum, só te ia pedir ajuda.

Odeio-te, e sabes que mais? Não devias ser médica, pessoas como tu não sabem lidar com as pessoas.

Foste rude, insensível, foste bruta para mim. Era apenas mais uma "rapariga" que se apresentava à tua frente, enquanto falava e respondia ao que tinhas perguntado (a muito custo, porque lágrimas teimavam em cair, ficava sem voz. Sabes? Se não sabias passas a saber. Não é apenas uma história, não é apenas passado. Dói porra, custa falar e tu nem pouco ou mais ou menos interessou-te), escrevias na tua fichinha clínica! Fizeste-me sentir muito mal, rebaixaste-me, fizeste com que eu perdesse a segurança que tinha em mim.

Sorriste no fim mas não quis saber.

Enxovalhaste a mim e a minha mãe.

Pior? Não podia ter corrido.


Saí do consultório derramada em lágrimas, a soluçar sem conseguir controlar.


Tenho que escolher entre uma e outra? Não gosto de ti, e nunca mais fales mal daquelas verdadeiras pessoas que me ajudaram. Tu? Podes ser muito boa, mas sensibilidade não a tens.

Eu vou superar isto sem ti, com pessoas que na verdade se importam verdadeiramente comigo. Elas são verdadeiras profissionais, ao contrário do que ficaste a pensar. NÃO ADMITO que lhes apontem o dedo!


Não sabes com quem estiveste a falar, eu não sou mais uma "coitadinha" que se sentou à tua frente.

Não depositei confiança, não depositei simpatia. Foste uma desilusão.


É exactamente assim que eu não me quero tornar. Numa velha arrogante, que pensa que é boa.



Assunto passado, nova experiência. Agora é continuar.

 

(desculpem isto estar por meias palavras. Desculpem a sério. =S . A paciência é muito pouca, quando ela voltar comento os vossos blogs ok? Desculpem mais uma vez. =/)

publicado por Bolha às 08:17

Novembro 27 2008

 

Sim ontem, com este frio e vento que estava, fui à praia . . . Bodyboard ! Foi demais . .


Entrar naquele mar gélido, sentir as ondas, o sal na minha cara, o meu cabelo molhar-se . Esqueci tudo . Esqueci por momentos que eu sou eu, que moro aqui e tenho a vida que tenho . Apenas estava naquela praia, a divertir-me como nunca, a rir como ninguém . . .



Sim passava lá os dias mas, como todas as boas coisas, acabou depressa . Na memória, um dia diferente e magnífico ficou .


O que provocou na minha pessoa? Acordei com um grande sorriso hoje ! =D



Caminho, caminho devagar . . . Ao meu ritmo.

publicado por Bolha às 19:35

Um pequeno canto, sabes aquele sitio ? Como é que explico . . . A tua pequena bolha que te separa do mundo na qual pensas, reflectes, sais de ti . . . Voas ! Quando te sentes verdadeiramente livre.
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