Pensamentos Imperfeitos

Maio 20 2009

 

Eu até posso ter uma opinião insignificante, podem achar o que quiserem de mim e do que faço. Podem criticar-me, pôr-me de lado ou fazer má cara. Podem julgar, espezinhar, mandar-me à parede. Podem fazer isso tudo. Podem odiar-me mas, eu acho que o mais importante é seguirmos os nossos sonhos e gostarmos de nós mesmos. Vá continuem, batam-me, insultem-me. Mudarei? Não, peço imensas desculpas!

 

 

Sim, façam isso, ignorem-me como se não existisse ou tivesse feito mal a alguém. Porque não o fazer? Continuem, desistem assim tão facilmente? Vá, tentem estragar o meu mundo como o vosso já está. Entrem nele e matem-me aos poucos, pode ser que funcione. Façam-me reduzir à minha insignificância, façam-me crer que não valo nada, ponham-me no chão. Sou miserável, vocês sabem disso. Então? Vá força. Vocês sabem o que sou, destruam-me.

 

É só mais esta vez, juro que será desta.

 

Eu não sou forte nem resistente. Sou fraca como todos. Pensam que, lá por ter sempre aquela palavra chave no momento certo consigo ultrapassar mais depressa? Se tocarem no ponto fraco, do qual é fácil chegar, sou a primeira a cair. Escrevo coisas bonitas e digo coisas das quais gostam de ouvir mas, cá dentro... Há muito que retocar, muito para colar. Um ser partido, cacos para recuperar.

 

Cansada.

Vá Ana, é só mais um pouco.

 

 

 

 

 

 

 

Aguenta.

publicado por Bolha às 08:35

Maio 14 2009


Numa esfera viva de movimentos e rotações de 360º, a minha vida gira.

 


A minha vida gira como a tua também, e como da pessoa a teu lado.

Olha-me. Diz-me um segredo teu, responde-me, Ouve-me.


Longe? Não querido, estou perto. Deixa-me enrolar nas redes, deixa-me ser arrastada pela corrente, deixa-me. Solta-me e preocupa-te menos. Quero mas não te quero. Não te desprezo, não te falo incorrectamente, sou simples à minha maneira e simplesmente sorriu quando me apetece, da maneira como me apetece. Choro? À tua frente, nas tuas costas, quando nem sonhas.

Não escondo nada de ti, digo que sou transparente.


Sou como a àgua do mar, transparente mas é exactamente nessa altura que está mais fria. Talvez mais coexistente e segura, na minha maneira de pensar.


Agora deixa-me voar e libertar-me das tuas mãos. Deixa-me conhecer primeiro a mim. Deixas? Claro que sim.


Para alguém, sinceramente não sei. Apeteceu-me apenas.... Dizê-lo !


Balanço positivo!

Ondulo como as ondas, para cima e para baixo, ondulo.


Hoje vou ver David Fonseca e Klepht está dito.

publicado por Bolha às 19:37

Janeiro 24 2009

E dias passaram, momentos rolaram nesta escala de tempo infindável . Momentos bons, maus, assim assim . . .

 


Num destes dias observei o meu caminho, observei o movimento das folhas no chão, como se andassem sozinhas, sem qualquer objectivo . . . À sua volta reinava a serenidade !


Passavam por mim e continuavam. Porque na verdade tudo é assim, não se espera, continua-se. Sempre mas sempre seguindo em frente com mais ou menos força, o importante é não parar . . .


Não foram só um simples conjunto de folhas, foi também o levantar do vento com a sua enorme força, rodando e modificando o meu mundo de um momento para o outro. Do nada apareceu, do nada senti uma pressão em mim, uma força inversa ao meu andar .


Pensei para mim, "Força, continua, mais um passo. Agora outro."


Basta eu observar e pensar um pouco . . . Os meus dias são recheados, recheados de coisas boas e más . . . Consigo num momento rir-me à gargalhada, provocar em mim aquela expressão facial de alegria . Mas numa diferença de milésimas de segundo isso consegue desaparecer . Basta um pequeno pontinho de preocupação dentro de mim, uma pequena agulha a picar-me, algo que me incomoda ou faz-me ficar incomodada . . .


É impressionante esta repentina mudança que conseguimos provocar em nós mesmos. Ontem experimentei mais uma vez esta sensação, cheguei à sala, sentei-me, não queria entrar em contacto com ninguém, pedi para, por momentos, deixarem-me recolher ao meu mundo .

Desculpa.


P.s.: Comecei as minhas aulas de bodyboard oficialmente ! ^^

Sinto-me livre, sinto-me bem.




Preciso de plantar dentro do meu mundo bolha, o que reina lá? Vazio, Ar.

publicado por Bolha às 19:18

Dezembro 06 2008


Inocência de uma criança perdida, da criança que já fui. Aqueles tempos de que pouco me recordo. . . Ser a menina sorridente, fofinha e de bochechinhas para apertar! Aquela criança que se contentava com pouco, apenas que lhe prestassem atenção.


Ei, estou aqui !


Aquela criança fechada no seu mundo, envergonhada, que pouco falava . . . Aquela menina de um grande olhar . . . Certo dia, acordou . . . Desapontou-se, afinal o mundo não era assim tão belo. O seu olhar reduziu-se ao pequeno mundo que tinha, queria passar despercebida, ela percebia, compreendia cada vez mais a realidade. Ela teve medos, pesadelos, receios e angústias. Ela desejava que tudo melhorasse . . . Soube viver assim ao longo dos tempos, fechada em si e ás poucas pessoas com quem comunicava.

 


 

Certo dia tudo explodiu . . .

 

( agora tenho de ir estudar matemática! xD . Beijinhos )

publicado por Bolha às 21:08

Um pequeno canto, sabes aquele sitio ? Como é que explico . . . A tua pequena bolha que te separa do mundo na qual pensas, reflectes, sais de ti . . . Voas ! Quando te sentes verdadeiramente livre.
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